O Café Da Fazenda e da menina que cresceu entre as lavouras floridas

A menina que fazia chá das folhas de café é hoje, uma das mulheres mais famosas e atuantes do mundo do café. 

A menina que fazia chá das folhas de café para resgatar o brilho dos seus cabelos e que amava sentir o cheio das flores na época da florada das lavouras, é hoje, uma das mulheres mais famosas e atuantes do mundo do café. 

Estela Mara Arthuso Lima e seu Café Da Fazenda. Uma mulher que cresceu no meio da plantação e que sabe exatamente quando um fruto está pronto para ser colhido.

Estela é proprietária de fazendas, é administradora, é dona de casa, é esposa.

É mulher do café, é mulher das lavouras “sim sinhô”!
Uma mulher empreendedora que nos orgulha como brasileiros. Ela é uma das brasileiras que também movimenta a economia do Brasil com seu Café Da Fazenda!

É uma história de amor que passou de geração em geração através de seu avô, um imigrante italiano, que construiu grande parte de sua lavoura, com mudas que arrancava das matas. 

Como na região, não existia, naquela época, produtores de mudas, seu avô então. arrancava as mudas das matas e seu pai, ainda criança, pegava as mudas, plantava e cuidava até a colheita. Hoje, suas lavouras somam em torno de um milhão e 500 mil pés de cafés, englobando várias espécies. 

Suas lavouras são muito bem cuidadas pelas mãos de seu time, pelo seu esposo Flaviano e por ela mesma que, acompanha de perto, todo o processo da colheita até o empacotamento e armazenagem.

“O café é um universo infinito de ciclos possibilidades.”

A torrefação foi fundada em 1990 quando seu pai, na época, sentiu necessidade de agregar mais valores à produção das fazendas e assim, surgiu o “Café Da Fazenda”.

Em 2006, o café extra forte foi agregado e devido a necessidade do mercado, veio o café premium, o gourmet e os especiais.

Atualmente, com mais de 3 décadas de tradição, uma história repleta de conquistas e dedicação aos clientes, surgiu, então, não por acaso, o café não virtual do Café Bistrô do portal Conto Encontro.

Ao longo dessas décadas, a empresa passou por várias mudanças e reestruturações buscando excelência, investindo em tecnologia, preservação do meio ambiente, e produzindo de forma sustentável.

Nas fazendas são produzidos os cafés Arábica das espécies: Catuaí amarelo e vermelho, Mundo Novo e o Bourbon, plantados em áreas acima de 800 metros de altitude, o que confere maior qualidade ao café.

 

O café Da Fazenda Gourmet, é um café bebida mole (tipo exportação), e somente os grãos maduros são selecionados, passando pela secagem natural em terreiros de cimento e em terreiros suspensos para os grãos selecionados de café descascado.

Todos os produtos possuem selo de pureza e qualidade ABIC – Associação Brasileira da Indústria de Café e PQC que monitora as marcas certificadas, coletando amostras no mercado e analisando-as em laboratórios permanentemente. Para adquirir a certificação, a empresa segue um conjunto de especificações e procedimentos para garantir a qualidade e rastreabilidade do produto. Programa, gerenciado pelo Instituto Totum (organismo certificador credenciado e especializado na gestão da qualidade).

 

Mas a empresa tem um foco diferenciado para o especial, que são cafés, como diz sempre diz a Estela, cafés que são garimpados, (selecionados), com muito zelo e lapidados com o mesmo carinho que um lapidador trabalha um diamante bruto para chegar até a xicara do consumidor. Por isso, ela chama o café Da Fazenda de diamante negro com aroma e sabor inigualável. 

Em sua maioria, são cafés provenientes da agricultura familiar das Matas de Minas.

“Nossa empresa está preparada para atender todos os nichos de mercado, pois trabalhamos com a linha completa de cafés; dos tradicionais aos especiais. E atendemos também, desde 2009, Órgãos Públicos, como Cidade Administrativa de Minas Gerias, TJMG, TRE, Hospitais e outros, com nossos cafés a vácuo, Premium e Gourmet.”

“Nós valorizamos a região onde pertencemos.”

A empresa cresce e expande a cada ano mais e mais, exportando para a Suíça. Resultado de inúmeros desafios vencidos, diversas etapas transpostas, aprendizados e dos blends desenvolvidos pelo seu esposo Flaviano, que também é produtor, amante e provador de café a mais de 25 anos. Aquele “doido varrido” da Fazenda Farinheira que apostou na plantação de ipês amarelos em torno das suas lavouras! 

Quem leu o artigo da Fazenda Farinheira e conheceu a história do Flaviano e suas lavouras de café, irá compreender porque ele é um “doido varrido”, claro, no sentido conotativo! Mas se não leu, vale a pena ler.

Flaviano Vieira Lima e Estela Mara Arthuso Lima estão juntos nessa jornada há anos. E hoje, colhendo os frutos de dedicação e do trabalho árduo de ambos.

“Meus agradecimentos ao AGRO-BR, que é um programa da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), qual orienta, dá apoio ao pequeno e médio produtor em relação ao melhor caminho tomar para ter sucesso na exportação. Para nós foi de suma importância as orientações recebidas com relação as rotas a serem tomadas. 
Encurtou caminho e isso fez toda a diferença. 
Gratidão a todos do AGRO-BR, que estão transformando vidas e levando as empresas do Brasil a níveis elevadíssimos.”
Estela Mara

Uns dias na Fazenda

Com o objetivo de estimular o turismo rural na rota dos cafés das matas de Minas, gerar conexões com pessoas que gostam, queiram aprender, trocar experiencias sobre café e também, se hospedar na fazenda para fugir um pouco da agitação da cidade e da rotina do dia a dia, Estela e Flaviano construíram recentemente, um bistrô em uma das fazendas onde são ministrados cursos, palestras e provas de café. 

Um projeto ousado, utilizando materiais sustentáveis e a madeira das árvores secas e caídas das suas fazendas na confecção dos móveis, não apenas do bistrô, mas nos quartos da pousada, os quais foram, na maioria, confeccionados pelo próprio Flaviano.                                                              

Os quartos estão de frente para os terreiros de café e você poderá sentar nas varandas, sentir o aroma, e apreciar o processo da secagem do grão enquanto relaxa. É realmente mágico!

O ambiente é simples e bastante rustico, mas de extremo capricho e bom gosto. Um acolhimento ímpar e uma gastronomia de fazer qualquer um, cometer o pecado da gula, da luxúria e de tudo, com as quitutes mineiras da fazenda, sobretudo, os pães de queijo e os bolos de especiarias preparados pela Estela, sem falar naquele café quentinho que sai direto das torrefações da fazenda para a xícara dos visitantes.

“Um pouco de ar puro e uma xícara de café é tudo que a gente precisa!”

“Às vezes, para tornar alguma coisa possível, só precisamos de uma xícara de café.”
Estela Mara & Flaviano Lima

Não é fácil conseguir reserva na pousada, mas você pode obter informações pelo e-mail sac@cafecontoencontro.com

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